e com apenas um han? as trezentas e oitenta e quatro borboletas que estavam adormecendo, acordaram quando escultaram o sim
domingo, 13 de setembro de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
14 anos
aos 14 se faz tudo.
14 é par, é feminino e curioso,
14 é a únião de dois números iguais,
aos 14 se joga pelo mundo sem medo.
14 é a espera anciosa dos 15,
os 15 que todas sonham,
os 15 que seja a ânsia por uma grande festa ou apenas por uma simples pizza com amigos.
Mas estamos realmente é falando dos 14.
Nisso o abstracto acontece, pois você aos 17 a espera dos 18, acha que já viu tudo e simplesmente entra uma de 14 em sua vida e com uma visita e um "olá", terminam jogando conversas e insanidades fora, contam problemas e soltam piadinhas por conta de um miséro 1º de abril, mas o 14 dá medo, depois de tudo isso dá reflexões e mais medo, só que já é esotérico e você vê que o 14 entrou, atraiu, sorriu e se apresentou:
" - Me chamo Raíssa Carreiro e tenho 14 anos."
pois bem, aos 14 se faz tudo.
14 é par, é feminino e curioso,
14 é a únião de dois números iguais,
aos 14 se joga pelo mundo sem medo.
14 é a espera anciosa dos 15,
os 15 que todas sonham,
os 15 que seja a ânsia por uma grande festa ou apenas por uma simples pizza com amigos.
Mas estamos realmente é falando dos 14.
Nisso o abstracto acontece, pois você aos 17 a espera dos 18, acha que já viu tudo e simplesmente entra uma de 14 em sua vida e com uma visita e um "olá", terminam jogando conversas e insanidades fora, contam problemas e soltam piadinhas por conta de um miséro 1º de abril, mas o 14 dá medo, depois de tudo isso dá reflexões e mais medo, só que já é esotérico e você vê que o 14 entrou, atraiu, sorriu e se apresentou:
" - Me chamo Raíssa Carreiro e tenho 14 anos."
pois bem, aos 14 se faz tudo.
quem sou eu ?
um dia claro.
um dia digo quem sou eu.
tento de tudo, mas não consigo.
mas tudo o que eu quero é não tentar.
tentando.
sobrevivendo livremente.
e tão presa ao mesmo quem sou eu.
não penso nada.
Pois tudo que eu sou.
o amor.
a alegria.
a tristeza.
a coragem.
e a solidão.
quem sou eu.
um dia digo quem sou eu.
tento de tudo, mas não consigo.
mas tudo o que eu quero é não tentar.
tentando.
sobrevivendo livremente.
e tão presa ao mesmo quem sou eu.
não penso nada.
Pois tudo que eu sou.
o amor.
a alegria.
a tristeza.
a coragem.
e a solidão.
quem sou eu.
...
éé,
dias se passam e um sentimento estranho se passa aqui dentro é
algo que chega a ser abstracto.
mais fico com a dor e o sentimento dentro de mim.
queria sim!
ir a rua e gritar pra todos.
queria dizer o que sinto
queria dizer o que realmente se passa.
mais novamente o dia acaba, eu vou dormir
e o sentimento a vontade a ânsia me domina.
amanhece e isso continua, vejo coisas e nada
me distrai uns pensamentos são uns mesmo,
e fico na vontade.
e isso se torna mais constante e a cada dia mais
constante, seja com olhos abertos ou fechados.
mais digamos que o fechado seja melhor, pois nele
acontece o que realmente quero, desejo e me divirto.
mais quando abro volta tudo novamente.
volta uns medos.
a falta de coragem
e principalmente a bizarrice.
porque chega a ser algo bizarro.
algo incomum.
algo que nem sei porque acontece.
éé,
o que me resta é ter iniciativas.
preciso dizer? não!
se falar diversas coisas mudam.
preciso esquecer? sim!
necessito.
mais nenhuma iniciativa eu tenho.
éé,
vou voltar a fechar uns olhos e sentir.
dias se passam e um sentimento estranho se passa aqui dentro é
algo que chega a ser abstracto.
mais fico com a dor e o sentimento dentro de mim.
queria sim!
ir a rua e gritar pra todos.
queria dizer o que sinto
queria dizer o que realmente se passa.
mais novamente o dia acaba, eu vou dormir
e o sentimento a vontade a ânsia me domina.
amanhece e isso continua, vejo coisas e nada
me distrai uns pensamentos são uns mesmo,
e fico na vontade.
e isso se torna mais constante e a cada dia mais
constante, seja com olhos abertos ou fechados.
mais digamos que o fechado seja melhor, pois nele
acontece o que realmente quero, desejo e me divirto.
mais quando abro volta tudo novamente.
volta uns medos.
a falta de coragem
e principalmente a bizarrice.
porque chega a ser algo bizarro.
algo incomum.
algo que nem sei porque acontece.
éé,
o que me resta é ter iniciativas.
preciso dizer? não!
se falar diversas coisas mudam.
preciso esquecer? sim!
necessito.
mais nenhuma iniciativa eu tenho.
éé,
vou voltar a fechar uns olhos e sentir.
contentamento
um contentamento
descontente.
por ser contente
atravéz de pessoas
descontentes.
mais o contentamento
é tão contente
que dá pra superar
o descontentamento
descontente
das pessoas.
descontente.
por ser contente
atravéz de pessoas
descontentes.
mais o contentamento
é tão contente
que dá pra superar
o descontentamento
descontente
das pessoas.
domingo, 8 de março de 2009
conxitas
é o amor.
... é apenas presenciar um sorriso que vemos o amor chegar, e não chega como uma pancada, chega aos poucos, chega de leve, bem devagazinho, até chegar no seu estômago e no estômago você sentir as milhões de borboletas voando, é de incomodar, de querer chorar, gritar, chutar, partir! mas logo depois você acha graça, começa a rir e dizer coisas sem agir, e novamente só quer partir, partir, partir e partir, mas logo após é a hora de agir e no lugar de dizer tudo o que se quer, simplesmente só quer sumir, e termina, chorando, gritando e partindo. é o amor.

02 de março.
concordâncias múltiplas, sintonia de línguas que nao pedem palavras, saudade que não traz cobrança, um estar junto que não precisa ser ao lado. o nosso amor é de complementarmo-nos, de abraço quando o que se tem é saudade, de conforto quando o que se tem é choro, de besteira quando o que se tem é qualquer coisa, de sagrado quando o assunto é o que se sente, e de sempre quando o que se tem é sorriso. de Jade quando o que se pensa é amizade.
o amor, seja como for, é o amor.
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